domingo, 29 de janeiro de 2017

How I Met Your Mother – Caindo em Tentação.


Exceto Chaves, Eu já havia prometido nunca mais assistir uma série de televisão, mesmo alguns amigos, fazendo juras eternas de amor para The Walking Dead, The Big Bang Theory, Breaking Bad, Game of Thrones, mas a minha cota de horas “perdidas” diante o televisor já haviam se esgotado depois de 8 temporadas de “Monky” e “Psich”; 4 de “Everybody Hates Chris”, 5 de “Eu, a Patroa e as Crianças” e 2 de “Les Revenants”, isso sem falar de C.S.I., Supernatural e House.
Porém, por mais inacreditável que pareça, eu não sou perfeito. Acreditem! E como todo pobre mortal cai novamente em tentação após assistir o episódio piloto de “How I Met Your Mother”. E como já era de imaginar, depois de boas gargalhadas, lá estava eu novamente “largado no sofá” assistindo episódio por episodio – um atrás do outro. Para ajudar, o domingo estava chuvoso e minha mãe de forma surpreendente não me chamou para almoçar.
Para quem me conhece, sabe que quando eu gosto, eu gosto mesmo, e se tratando de série e juntando a assinatura mensal da netflix e uma boa conexão de internet isso não costuma dar certo, então lá se foi todo o domingo, ou pelo menos metade dele, foram apenas 5 episódios, isso graças a “maravilhosa” visita de minha sobrinha, que mesmo com minhas indiretas para que fosse embora, somadas aos meus bocejos e meu pijama, insistiu em ficar, e o que é pior, me pedindo atenção e dinheiro também.
E tenho que admitir, a série é ótima, e certamente vai me custar um “bocado” de tempo, de forma simples, mas nem por isso menos interessante, a trama se desenvolve literalmente como a tradução sugere: “Como eu Conheci a sua mãe”.
Ted, um dos protagonistas, está contando para os filhos como conheceu a mãe deles, porém, nestes primeiros 5 episódios que assisti, que agora já são 6, ela ainda não apareceu, (eu honestamente duvido que isso aconteça), dessa forma, ele conta toda a história a partir de 2005, quando ainda tinha 27 anos e vivia rodeado por 4 amigos, o casal Marshall e Lily, a linda Robin Scherbatsky e o eterno solteiro Barney Stinson.
Os diálogos são de uma inteligência peculiar e as piadas além de perspicazes são excêntricas e capazes de fazer você dar boas gargalhadas ao ponto de doer a barriga, cada um dos cinco personagens é bem construído e possui uma carisma que não há como não admirar seus respectivos papeis e por fim, só a beleza de Cobie Smulders já vale por cada episódio.

How I Met Your Mother estreou nos Estados Unidos em 2005 e teve seu fim depois de 9 temporadas, a sitcom ganhou diversos prêmios e tirou do anonimato nomes como o da própria Cobie e também os de Josh Radnor e Jason Segel. 

domingo, 22 de janeiro de 2017

Corinthians x Outros (Washington Olivetto)


Corinthians x Outros

Washington Olivetto
Ficção Brasileira
2009 – 288 páginas.
Editora Leya

Lançando em 2009 pelo publicitário Washington Olivetto o livro Corinthians x Outros trás uma coleção de 4 contos ficctios sobre partidas entre Corinthians e outras 14 equipes de menor expressão, este livro foi por mim tão desejado que agora eu me pergunto porque demorei quase 8 anos para tomar a coragem de lê-lo, talvez seja pela falta de disponibilidade no mercado, já que realmente procurei a obra em diversos sebos e sites especializados em venda de livros, mas depois de tantas decepções acabei optando por outras obras de valor tão estimado quanto. Foi por meio do Skoob que consegui recebê –lo em casa e sem custo, e devo confessar em perfeitas condições. O livro tem apenas 288 páginas e pode ser lido rapidamente em uma tarde de domingo chuvoso, contudo quis o destino que eu terminasse a última página, em uma noite de sábado tenebrosa, justamente no dia em que Corinthians perdeu a final nos pênaltis para o São Paulo em jogo que valia o título do torneio da Flórida. Aposto que se Olivetto tivesse a oportunidade de colocar o fato no livro diria que: “Em terra como Disney bambi salta mais alto”
Segundo Olivetto, em relato na própria página 8, a idéia do livro surgiu após a reclamação de seu filho Theo de 4 anos, que viu a irmã ser presenteada com a homenagem em seu nome do livro “O Primeiro Sutiã a Gente nunca Esquece” o pequeno também queria um livro que fosse dedicado a ele, como a fórmula, “literatura e futebol” já havia dado bons frutos em “Corinthians é Preto no Branco” o publicitário de maior prestigio no Brasil, entrou em seu escritório e começou a escrever “Corinthians x Outros - Os melhores nossos contra os menos ruins deles”
Corintiano fanático, e com um senso de humor um tanto quanto peculiar, Olivetto decidiu fazer um livro que não só atingisse a massa corintiana, mas também torcedores de outros clubes, dessa forma o escritor, além de ter escalado a sua seleção de todos os tempos do Corinthians, pediu para que amigos, torcedores de outros 14 clubes fizessem o mesmo, assim Chico Pinheiro escalou o Atlético Mineiro, Jô Soares o Fluminense, Jorge bem Jor o Flamengo, Samuel Rosa o Cruzeiro, Luis Fernando Verissimo o Internacional entre outros.
De forma bem humorada, Olivetto realizou os jogos fictícios entre o melhor Corinthians e essas outras 14 equipes, no livro de Olivetto, por mais incrível que pareça, o Timão não só venceu todas essas partidas mas também mostrou imensa superioridade e as vezes até certo desprezo pelo confrontos de pouca ou nenhuma importância, como uma suposta final de Copa Libertadores contra o River Plate.
O livro ainda trás uma mini-biografia de cada jogador corintiano escalado por Olivetto, além do melhor das equipes adversárias, alguns fatos dão um toque de surreal na obra, como nas partidas em que o mesmo jogador atua pelas duas equipes, casos que se repetiram com Rivelino, Gilmar e Gamarra.

Além de Corinthians x Outros, Whasington Olivetto é autor de obras como: “Os Piores Textos de Washington Olivetto”; “O Primeiro A Gente Nunca Esquece”; “Só os Patetas Jantam Mal na Disney”; “O que a vida me ensinou” e “Corinthians é Preto no Branco”.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Inferno (Dan Brown)

INFERNO

Dan Brown.
Ficcção - Americana.
2013 - 416 páginas
Editora Arqueiro.

"Não ha maior dor do que recordar a felicidade nos tempos de miséria"

Inferno – Para rir ou Refletir!
Inferno foi o livro que escolhi para retomar a minha maratona de livros, o primeiro que comecei e terminei em 2017, nada de listas de ano novo, metas, ou objetivos a ser traçados, apenas um passo inicial para voltar a ter um dos prazeres que mais me confortam nessa vida, assim como assistir Chaves nos domingos de manhã, torcer para o Corinthians e claro comer Bife a milanesa com purê de batas e couve refogado. Apesar do nome pouco sugestivo, o fato de já conhecer o autor, já me deixava preparado do que esperar em 416 páginas da versão brasileira da editora Arqueiro.
Para começar, é claro, carreguei o celular e fui à obra, pois quem bem conhece as tramas de Dan Brown sabe que é impossível ler os livros sem uma boa conexão de internet, já que o autor usa e abusa de sua sabedoria para nos brindar com lugares, obras de artes e citações que sempre nos despertam a curiosidade de dar uma olhadinha no oráculo “Google”. Já que nós pobres mortais, nem em sonhos conheceremos tanto quanto o protagonista Robert Langdon. Que mais uma vez sofre nas mãos do autor para de uma forma ou de outra “salvar o mundo”.
Apesar de alguns leitores torcerem o nariz para o autor é inegável a eficiência de Dan Brown em conquistar fãs com suas obras, existe até quem programe roteiros de viagens baseados em seus livros, é claro que nem por isso, dá para inseri-lo no mesmo patamar de escritores como Victor Hugo, Umberto Eco, William Shakespeare, Gabriel García Marques e “Paulo Coelho”. Mas tenho certeza que caso não houvesse escritor séria um ótimo agente de viagens.
Em Inferno, a missão de Robert Langdon, é salvar o mundo de uma possível peste criada por um bilionário que pretende diminuir 1/3 da população para que a humanidade não seja extinta. A trama tem início quando o protagonista acorda em um quarto de hospital em que supostamente está sendo tratado por um ferimento na cabeça, sem ao menos saber onde! Como! E por quê! diabos foi parar ali. Após quase ser assassinado, o renomado professor de simbologia de Harvard, passa a ser ajudado pela própria doutora do hospital, que além de possuir um Q.I. altíssimo é  linda, loura e carente.
No desenrolar da trama, Langdon descobre que precisa desvendar vários códigos relacionados com a Divina Comédia de Dante, e se vê no meio de uma perseguição que envolve as maiores autoridades do mundo, incluindo a OMS. A trama é habitada em Florença, além de passar por Veneza e Instambul.


PERIGO! SPOILERS


A parte triste do livro é a mesma fórmula que o autor insiste em utilizar, mistério, reviravolta e no final o mesmo melodrama mexicano do qual vimos em “O Código da Vinci” e, “Anjos e Demônios” em que sempre o melhor amigo do protagonista acaba se mostrando o vilão, sem contar o fato de que Langdon ao meu ver poderia ser um dos setes originais da Liga da Justiça.
No conjunto da obra, também me entristeceu o fato de uma mente brilhante, como a do vilão Bertrand Zobrist precisar fazer um jogo de intrigas tão astuto para disseminar a doença que seria o sucesso de todos os seus objetivos, sendo que o mesmo poderia somente ter alcançado o seu objetivo, deixando o vírus no bebedouro do Maracanã em um jogo entre Vasco x Flamengo, nesse aspecto, o roteiro me pareceu muito minimalista ao melhor estilo Scooby Doo, o que me faz pensar, que eu não entendo nada mesmo de livros, já que Dan Brown é milionário e eu...!
O que realmente fica, além da vontade incessante de tentar mais uma vez ler a Divina Comédia, é o debate sobre o crescimento populacional e suas mazelas, assim como, a evolução humana que a cada dia nos dá mostras da certeza das teorias de Darwin.
Fim de Spoilers


O livro propriamente não é nenhuma obra Prima, mas também não chega a ser um “Alquimista”, serve perfeitamente para o um final de semana, como um bom entretenimento, fazendo sempre a mesma dobradinha Religião X Ciência.

O Herói Discreto (Mario Vargas Llosa)



O HERÓI DISCRETO

Mário Vargas Llosa
Ficção Peruana.
2013 - 342 páginas.
Editora Alfaguara.

"Nunca se deixe pisar por ningúem"




Feliz Ano Novo (Rubem Fonseca)

Barba Ensopada de Sangue (D. Galera)

O Apanhador de Sonhos (Stephen King)

Neve - Orham Pamuk

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Mas Não se Mata Cavalo? - Horace McCoy

http://www.poltrona21.com.br - Em Breve

você pode acompanhar a resenha desse livros no site Poltrona21

Carcereiros - Drauzio Varella

Em Breve no www.poltrona21.com.br

Você pode conferir a resenha deste e de demais obras no site Poltrona21